sábado, 11 de junho de 2011

Cordel das Frações

 Depois de tanto trabalho o cordel das Frações está pronto!

A História dos Sinais

Aqui está nossa aluna Marciana, da 6ª série, que produziu um Cordel muito legal sobre a história dos sinais.

Poesia ilustrada

Aqui está o vídeo da Poesia que fiz, com a profª Vanessa sobre o Projeto "Matemática e Poesia".
Essa poesia foi "desenhada pela aluna Vanessa Vicenzi e os desenhos foram pintados pelo aluno Michael de Melo, ambos da 8ªsérie. A voz é minha..he he he....

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Vídeo Cordel Malba Tahan


Como prometido, aqui está o vídeo do Cordel sobre a história do Malba Tahan, feito pelas meninas da 8ª série. Agora tem som! ! !

video

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Meu Aniversário

Hoje, meu aniversário, os alunos da 7ªsérie, da qual sou regente, me fizeram uma surpresa! Uma festinha com direito a bolo e presente!
Não posso deixar de comentar que as outras turmas também me saudaram com muito carinho, e as alunas, Pâmela, Vanessa e Marciana, me presentearam, e escreveram frases muito carinhosas.Assim nem é tão ruim ficar mais velha hehehe....

Meus alunos queridos...é por vocês que o esforço vale a pena!
Quero agradecer também às minhas mais que colegas, Vanessa e Luciana, e à todo o "meu povo" da escola Elizabetha Andreazzo Pavan. . . . Amo todos vocês!!!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ainda não acabou

  As apresentações finais estão marcadas para dia 14/06, e nem todos os trabalhos desenvolvidos em sala de aula estão aqui no blog. Tem muito material produzido, muitas poesias que não foram filmadas, mas que aos poucos os alunos estão digitando e colocando-as em um livro do TIKATOK que estamos produzindo, afim de ter todas as poesias em um lugar só, utilizando as TICs.  Assim que o livro estiver pronto vou postar ele aqui também , para que sirva de fonte para os interessados.
  Esse ano o projeto do Dia Nacional da Matemática se estendeu um pouco mais, pois deu mais trabalho do que imaginava. Mas está valendo a pena, pois todos aprendemos muito com todo esse processo.
   Os alunos adoram utilizar as ferramentas tecnológicas, pois além de aprenderem a utilizá-las se sentem em sintonia com o mundo, importantes e reconhecidas. A câmera digital já não os deixa tímidos, os emails não são apenas para mensagens aos colegas e amigos, os blogs não são apenas "diários" online; áudio e vídeo, agora é trabalho sério, instrumentos de aprendizagem, para a escola e para a vida.
  Esse trabalho, bem como o trabalho sobre "Bullying", desenvolvido no mesmo formarto, utilizando as TICs, estão participando do concurso internacional do site Educarede; e só de participar já nos sentimos felizes, pois estamos mostrando as produções da nossa escola, dos nossos alunos, do nosso país.
ProfªAline

Cordel Malba Tahan

Para iniciar as apresentações que serão terça feira dia 14/06, as meninas da 8ª série fizeram um Cordel sobre o profº Júlio César de Mello e Souza, o Malba Tahan. Aqui vou postar o vídeo ainda em fase de acabamento, falta o som, a voz das meninas e suas fotos. Já está muito bom assim, imagine quando pronto!



Abaixo o Cordel escrito:

Malba Tahan



Júlio César viveu quase toda a infância

Na cidade paulista de Queluz

Seus pais tinham uma renda familiar

Suficiente para criar

Os oito filhos do casal

Mas em Júlio investiram, percebendo

Sua personalidade original.



Seu pai foi seu maior incentivador

Trabalhando sem parar

Para que ele pudesse estudar

E as dificuldades saber enfrentar.

Frequentava as tertúlias

Onde costumava contar histórias

Tinha muitos personagens

Com nomes diferentes

Daí veio a inspiração

Que desenvolveu sua imaginação.



Júlio César não foi um bom aluno

Da disciplina de Matemática

Tirou dois em uma sabatina de Álgebra

Sua atividade inicial

Foi como servente profissional

Da Biblioteca Nacional

Tendo os livros em companhia

A imaginação ele desenvolvia



Aos 23 anos começou a trabalhar no jornal

Chamado O Imparcial

Escrevendo muitos contos

Mas nenhum conseguiu publicar

Pois ele não era popular.



Para famoso o escritor se tornar

Um personagem foi preciso criar

Mil e uma noites era um dos contos que mais gostava

Então, em personagens árabes ele se inspirou

Esta língua ele estudava

E o personagem Malba Tahan, assim ele criou.



Júlio César então virou

O conhecido Beremiz Samir

Para poder escrever

E sua obra reconhecer

Inventava muitos cáculos

E vários personagens

Sempre reverenciando Allah

Na cidade de Bagdá.



Melo e Souza foi um grande professor

Produziu vasta obra literária

Encontrou tempo para escrever

Vários livros de Didática da Matemática

Funções modulares, Trigonometria

E muitas histórias da Geometria.



Em classe cativava a platéia

Ensinando Matemática

A matéria mais temida

Fez história ensinando

Uma matéria complicada

Sem torná-la muito enrolada.



O grandeMalba Tahan morreu em 1921

Igual a ele não tem mais nenhum

Em sua homenagem, no dia 6 de maio comemoramos o Dia Nacional da Matemática

Sua obra é reconhecida internacionalmente

Beremiz , o homem que calculava

Grandes mistérios tinha em sua mente.
(Flávia e Vanessa)

Poesia do Projeto

A poesia a seguir eu escrevi,juntamente com a profª Vanessa, para falarmos sobre o projeto desse ano para apresentar no Dia Nacional da Matemática.
Em breve ele estará ilustrado aqui....pois uma aluna fez os desenhos de cada estrofe mas estão em fase de acabamento.

Para o dia nacional da matemática comemorar

Um projeto preciso desenvolver

Esse ano, Poesias nós vamos criar

E à todos envolver.

Pensando assim

Logo percebi que de ajuda precisaria

Sei que me diria sim

A profª Vanessa não me negaria.

Na sala dos profºs já fui comentar

E a profª Vanessa logo se empolgou

A profª Luciana também quis participar

Com essa ajuda, tudo melhorou!

A profª Juciléia, também eu convidei

E ela de boa vontade aceitou

Vai ficar melhor do que imaginei

Não tem quem não gostou.

Mãos à obra, é hora de trabalhar

Poesias e mais poesias precisamos ler

Tudo isso para fundamentar

E muitas ideias podermos ter.

Nas aulas de Língua Portuguesa

muita coisa precisávamos aprender

rimas, versos e estrofes

é a hora de registrar e aprender.

Matemática era o tema principal

Outras disciplinas que vão esclarecer

Que ela nos é fundamental

E em tudo ela vai aparecer.

Os alunos precisaram pesquisar

Fatos históricos e sobre eles escrever

E em forma de cordel nos mostrar

O que de interessante aparecer.

Poesias e mais poesias

tínhamos que ler e produzir

muitas ideias sempre surgiam

para o nosso trabalho fluir

Ainda tem muita coisa pra fazer

As tecnologias da informação vamos usar

Coisas novas sempre aprender

E um ótimo trabalho apresentar!

No laboratório de informática

nas aulas de Língua Portuguesa e Matemática

produzimos vídeos, gravamos paródias, e poesias declamamos.

Agora é hora de nos preparar

para tudo, à todos apresentar

mostrar que aprendemos

que Matemática e poesia

é possível relacionar.

Aline

Poesias Gêmeas

Nas aulas de Português a professora Vanessa trabalhou a poesia de Millôr Fernandes, e os alunos da 8ª série fizeram uma poesia gêmea, utilizando outras palavras.


Poesia Gêmea

Poesia de Matemática (Millôr Fernandes)

(Vanessa Vicenzi)



Às folhas tantas

Do livro matemático

Um algarismo apaixonou-se

Um dia

doidamente

Por uma diagonal

Olhou-a com seu olhar ordinal

E viu-a do ápice à base

Uma figura perpendicular

Olhos rombóides, boca trapezóide

Corpo triangular, seios esferóides.

Fez de sua uma vida

Coordenada à dela

Até que se encontraram

No expoente

“Quem és tu?”, indagou ele

Em ânsia radical.

“Sou a soma do quadrado dos

Catetos

Mas pode me chamar de

Hipotenusa”.

E de falarem descobriram que eram

(o que em aritmética corresponde a

Almas irmãs)

Primos entre si

E assim se amaram

Ao cubo da velocidade da luz

Numa sexta potência

traçando

Ao sabor do presente

E da paixão

Paralelas, curvas, retângulos e transversal

Nos jardins da quarta dimensão.

Escandalizaram os ortodoxos das

Fórmulas euclidiana

E os exegetas do Universo Finito,

Romperam convenções newtonianas

E pitagóricas.

E enfim resolveram se casar

Constituir uma casa,

Um consecutivo.

Convidaram para padrinhos

O ângulo e a Álgebra

E fizeram, planos, operações e

Conjuntos para o futuro

Sonhando com uma felicidade

Integral e diferencial.

E se casaram e tiveram um secante

E tiveram três cones

Muito engraçadinhos.

E foram felizes

Até aquele dia

Em que tudo vira afinal

multiplicações

Foi então que surgiu

O Mínimo Múltiplo Comum

Freqüentador da círculos

Concêntricos,

Viciosos.

Ofereceu-lhe, a ela

Uma grandeza absoluta

E reduziu-a a uma operação

comum

Ele, algarismo, percebeu

Que com ela não formava mais um

Todo,

Uma unidade

Era o triângulo,

Tanto chamado amoroso.

Desse problema ela era uma linha oblíqua,

A mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu

A Relatividade

E tudo que era espúrio passou a ser

moralidade

Como, aliás, em qualquer

Comunidade.



Poesia Gêmea

Poesia Matemática (Millôr Fernandes)



(Geferson)



As folhas tantas

Do livro matemático

Um algarismo apaixonou-se

Um dia

Doidamente

Por um antecessor.

Olhou-a com seu olhar alterno

E viu-a do ápice à base

Uma figura adjacente

Olhos rombóides, boca bissetriz

Corpo congruente, seios consecutivos.

Fez de sua vida

O cálculo à dela

Até que se encontraram

No diagrama

“Quem és tu?”, indagou ele

Na diagonal radical.

“Sou a raiz do quadrado de oitenta e um

Mas pode me chamar de nove”

E de falarem descobriram que eram

(o que em incógnitas corresponde

a almas irmãs)

Primos entre si.

E assim se amaram

Ao quadrado da velocidade da luz

Numa sexta operação

Traçando

Ao sabor do momento

E da paixão

Produto, polinômio, círculos e linhas

Sinoidais

Nos jardins da reta numérica

Escandalizaram os ortodoxos das

Fórmulas euclidiana

E os exegetas da transversal

Romperam o trinômio

E termos semelhantes.

E enfim resolveram estudar

Construíram um ângulo

Mais do que um ângulo

Um ângulo agudo.

Convidaram para padrinhos

A álgebra e o algarismo

E fizeram planos, trinômio e

Calculo para o futuro

Sonhando com uma felicidade

Integral e diferencial.

E se casaram e tiveram uma coordenada

E três cones

Muito completo

E foram felizes

Até aquele dia

Em que tudo vira afinal

Decimal.

Foi então que surgiu

O eixo de x

Freqüentador de círculos

Concêntricos,

Isósceles.

Ofereceu-lhe, a ela,

Uma grandeza absoluta

E reduziu-a a um monômio

Comum.

Ele o número, percebeu

Que com ela não formava mais um

Todo.

Uma unidade.

Era a operação,

Tanto chamado amoroso.

Desse problema ela era o produto

A mais ordinária

Mas foi então que Einstein descobriu

A relatividade

Como, aliás, em qualquer
Replemento.

Vídeos dos Erros


As risadas não podiam ficar de fora....Aqui estão os erros de gravação....Vamos rir!!!!!

Vídeo Poesias

Mais um Cordel

Cordel – Bruna 5ª série




A matemática surgiu

Há muito tempo atrás

Começou com os egípcios e babilônios

E algo a mais.

Temos muita história pra contar

Então vamos começar.



Há muito tempo atrás

Eles usavam

Vários tipos de materiais

Era carvão

Era osso e pedras

Para contar os animais.



Alguns materiais

Eram fracos e frágeis

Eram apagadas pelas chuvas

Desmoronamentos e crescimentos de matos

Porque eram feitos

De barro e de outros jeitos.



Hoje em dia,

A matemática foi aprofundada.

Usada nas casas

Nas janelas e até nas escadas.

É tão importante

E hoje é muitíssimo utilizada.

Cordel dos Sinais

Cordel


Marciana 6ª série



Símbolos matemáticos



Meus amigos peço atenção

No que agora eu vou dizer

O sinal mais representa adição

Temos muito que aprender

Os sinais mais e menos representam

adição e subtração

e os números negativos

os problemas de negociação

que ate hoje continuam mantidos

na Aritmética do seu João,

João Widman d'Eger utilizou o sinal mais

Que estava sendo usado há muito tempo atrás

Os símbolos positivo e negativo

Vieram a ter uso geral na Inglaterra

Não por primitivos

Mas por um povo tagarela,

Foram usados por Robert Recorde,

Por isso que te afirmo, que com esse ninguém pode.

Esses símbolos foram usados antes da escrita,

Por exemplo: pintavam tambores

Para indicar se estava cheio ou não,

Para depois informar o capitão.

Os antigos matemáticos gregos

Limitavam a indicar adição juntando as parcelas,

Para conseguir outro emprego

Era só juntar-se a elas,

Sistema que ainda hoje adotamos

Quando queremos indicar a soma

De um número inteiro

Com uma fração, com diferentes parcelas.

O sinal de vezes é relativamente moderno

Usamos o tempo inteiro

Nas folhas do caderno.

Quem empregou o sinal de vezes

Foi Guilherme Oughtred um matemático inglês

Claro que o sinal foi usado por franceses

E também por portugueses.

No mesmo ano Harriot para indicar o produto a efetuar

Colocava um ponto entre dois fatores,

Depois era só calcular.

Fácil pra vocês?

O ponto foi utilizado como símbolo de multiplicação

Por G.W. Leibniz que escreveu uma carta

Para John Bernoulli dizendo:

“não gosto de xis como símbolo da multiplicação,

Te digo de coração

Eu particularmente uso dois pontos na divisão,

Relaciono o produto entre quantidades por um ponto.

Fim de papo e pronto!”

Guilherme Xulander indicava a igualdade

Por dois traços paralelos verticais

Penso eu, na integridade

Desse nobre rapaz.

E, para quem não entendeu, lá vai uma explicação:

O sinal mais representa a adição,

Os números positivos,

Não representa subtração

E nem os números negativos.

Essa é a explicação!

(fonte de pesquisa: http://vocesabia.net/ciencia/matematica/origem-dos-sinais-matematicos/ )

Vídeos Poesias